Nesta segunda-feira (06.07), o governador de São Paulo, João Doria (PSDB), informou sobre o recrutamento de 9 mil voluntários para o novo teste da vacina contra o coronavírus. Entretanto, começará a ser feitos os testes dia 20 de julho. Confirma o site tecnonoticias.com.br.

A princípio, a primeira pessoa das 9 mil voluntárias a testar a vacina criada pela Oxford para combater a Covid-19 foi, Denise Abranches, Brasileira de 47 anos. Denise trabalha na saúde como cirurgiã-dentista no Hospital São Paulo. Contudo, seu atendimento direto na UTI faz com que ela esteja sempre vulnerável a contrair o coronavírus. Além disso, Denise se encaixou nos requisitos para poder testar a nova vacina. Entretanto, pelo fato de não ter anticorpos em seu organismo contra a Covid-19. Denise entrou para a história como a primeira Brasileira a receber imunização contra o coronavírus.

Contudo, além da cirurgiã, cerca de 9 mil  pessoas da área saúde serão voluntários para o teste da nova vacina contra a Covid-19, começam a receber a dose a partir do dia (20.07). A Agência Nacional da Vigilância Sanitária (Anvisa), liberou o laboratório chines para o uso da nova etapa da vacina. Onde será testada nas cidades do Rio Grande do Sul, São Paulo, Minas Gerais, Destrito Federal e Paraná.

A vacina CoronaVac

A empresa farmacêutica chinesa de biotecnologia Sinovac, criou a vacina que foi aprovada para os testes contra o coronavírus. A princípio, os Chineses criaram essa vacina com vírus inativo, o que quer dizer que é usado o vírus morto. Onde garante que ele não se multiplique no sistema do corpo humano. Contudo, a CoronaVac tem o mesmo seguimento utilizado em vacinas contra a gripe e a Hepatite. Ela tem como programação ativar o sistema imunológico, que ao entrar em contato com o coronavírus, o corpo já esta pronto para combater o vírus.

Vacina
Imagem: Gazeta do Povo

Entretanto, já é o segundo teste de vacina contra a Covid-19, onde foi liberado pela a (Anvisa). No último dia (02.06) foi autorizado o teste clínico da vacina criada pela Universidade de Oxford do Reino Unido. Além disso, outras vacinas estão sendo desenvolvidas pelos chineses, que chegaram à fase clínica de testes. Sendo duas pela Estatal China National Biotec, e uma por militares em conjunto com a CanSino  Biologics.

Disponibilização pelo SUS

A princípio, para que isso aconteça esses novos testes, deverão fornecer uma eficácia e segurança definitiva. Onde precisa comprovar o desenvolvimento de anticorpos para imunizar o corpo contra o coronavírus. Sendo aprovada a vacina pela a (Anvisa), João Doria informa que pode ser liberada  a imunização contra o coronavírus a partir de junho de 2021 pelo SUS.

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