A Prefeitura Municipal de Nova Mutum, decretou esta semana, a redução do tempo de expediente dos órgãos municipais. O horário de atendimento passa a ser das 7h até as 13h sem pausa para almoço.

A princípio, a decisão levou em consideração todas as recomendações do Comitê Municipal de Enfrentamento ao Novo Coronavírus. Bem como a necessidade de redução dos custos da máquina pública, devido aos impactos financeiros ocasionados pela pandemia.

Todavia, a secretária de Finanças e Orçamento, Terezinha Arissava, mostrou-se preocupada, pois o município deixou de arrecadar mais de R$ 6 milhões, no ultimo trimestre.

“É preocupante essa situação devido a queda de arrecadação, estamos em alerta e precisamos reduzir custos, até agora recebemos pouco mais de três milhões de reais do Governo Federal como compensação da queda de arrecadação, mesmo assim, ainda assim temos um déficit de R$ 6 milhões. Por conta disto estamos adotando medidas para não comprometermos os serviços ofertados à população”, justificou.

Ainda sobre o decreto, ele institui, em parágrafo único, que as atividades referentes aos serviços públicos essenciais serão organizadas e executadas em conformidade com as determinações de cada secretaria, sem prejuízo do atendimento á população.

Sobre o Decreto

O Decreto nº 095, de 22 de junho de 2020, traz novas medidas, além das que já vinham sendo tomadas pelo município. Em outras palavras, fica mantida a situação de emergência em todo o território do Município de Nova Mutum. E isto serve para fins de prevenção e enfrentamento à pandemia da Covid-19.

Por outro lado, permanecem inalteradas as regras de distanciamento, lotação dos
estabelecimentos, uso de máscaras e higiene previstas nos Decretos anteriores. E desta maneira, todas as deliberações contrárias ficam suspensas.

Coronavírus em Nova Mutum

O município de Nova Mutum tem seguido à risca as recomendações e protocolos de enfrentamento ao novo Coronavírus. Ainda assim, o número de casos confirmados tem aumentado de maneira drástica.

Sendo assim, as autoridades se viram forçadas a tomar medidas mais abrasivas, como o toque de recolher e a instalação de barreiras sanitárias nas saídas para São José do Rio Claro e Santa Rita do Trivelato. Além da disponibilização de medicamentos considerados essenciais no tratamento da doença.

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