Principalmente em tempos de pandemia, a fé não pode ser deixada de lado. Pensando nisso, Dom Walmor Oliveira de Azevedo, arcebispo belo-horizontino, apresentou, junto aos outros membros da Arquidiocese, um documento intitulado “Evangelização missionária: um novo tempo”, contendo as orientações relacionadas às celebrações presenciais das missas nas igrejas.

Entre os critérios adotados para a retomada da prática, estão as ações básicas recomendadas pela OMS (Organização Mundial de Saúde) e a CNBB (Conferência Nacional dos Bispos do Brasil), tais como: está o distanciamento de aproximadamente 2 metros entre os visitantes, disponibilização de álcool em gel, higienizações rigorosas, entre outras. As missas também terão o tempo de duração reduzido, além do número de fiéis restrito.

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Em outras localidades brasileiras, as celebrações presenciais seguem os mesmos padrões, por exemplo, no Santuário de São Judas Tadeu em São Paulo. A temperatura dos visitantes é medida na entrada, é obrigatório o uso de máscara de proteção e o distanciamento nos bancos é demarcado por meio de fitas.

Santuário Nossa Senhora da Boa Viagem
Santuário Nossa Senhora da Boa Viagem / Fonte: Arquidiocese de BH

O alívio entre os fiéis com a liberação das celebrações presenciais

Mesmo sabendo da importância do isolamento social, os fiéis se sentem honrados e revigorados com a abertura, independente dos pormenores das restrições. Ainda mais nesses tempos de crise mundial, reavivar a fé é de extrema necessidade, segundo os frequentadores.

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Desde que a pandemia estourou no Brasil, surgiram diversas discussões acerca das igrejas, templos e santuários serem considerados ou não como “serviços essenciais”. Cumprindo todas as medidas impostas, por motivos de segurança, até então tudo estava fechado. O questionamento quanto à liberdade religiosa sendo absoluta ou não, se deu entre lideres de diversos segmentos, especialmente da Igreja Católica.

As celebrações presenciais não substituirão totalmente as missas transmitidas pela Internet, ao menos não por enquanto. Entretanto, já é um grande passo essa abertura inicial. De acordo com os bispos, “evangelizar é preciso, mas conforme os novos tempos presentes e que ainda virão”.

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