Acidente em carrinho bate-bate: família de criança atingida em Belo Horizonte receberá por danos morais

Um acidente em carrinho bate-bate, que aconteceu no ano de 2015, finalmente teve seu desfecho. Um garotinho, na época com 7 anos, sofreu queimaduras quando o brinquedo onde estava entrou em curto-circuito. Nesta quarta (21/10) a Justiça ordenou o pagamento à família pelos danos morais no valor de R$ 10.000,00.

A mãe diz que foi e ainda é um trauma. Quando faíscas caíram durante o acidente em carrinho bate-bate, o garoto queimou o tornozelo e o pé. O parque e o shopping onde o mesmo se localiza, na Grane BH, foram condenados.

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Indenização pelo acidente em carrinho bate-bate chega 5 anos depois

Danielle Cotta, juíza da 2ª vara do Barreiro, teve sua decisão divulgada nesta quarta (21/10). Ela fechou em R$ 10.000,00 o valor para indenização pelos danos morais sofridos. Tanto o parque quanto o shopping deverão efetuar o pagamento, mesmo o desfecho ocorrendo 5 anos depois do acidente.

O menino segue traumatizado mesmo 5 anos depois
O menino segue traumatizado mesmo 5 anos depois – Foto: Joice Keller

De acordo com informações da mãe de Davi, Joice, o menino, hoje com 12 anos, ainda se sente traumatizado. Ele não quer ir mais em parques e sempre lembra do fato quando olha para a sua cicatriz. A mulher conta que tudo isso aconteceu em um domingo. Davi “dirigia” sozinho um dos carrinhos.

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Quando o curto-circuito aconteceu, as faíscas acabaram queimando demais o tornozelo do garoto. Tal fato o fez sair correndo mesmo com o carrinho ainda estando em movimento. Joice diz que os funcionários do parque só perceberam depois de um tempo, mas Davi já estava aos berros. Foi aí que desligaram o equipamento e orientaram a mãe a levá-lo no shopping, na enfermaria.

A juíza entendeu que o ocorrido, por si só, já configurava danos morais. Isso porque o acidente em carrinho bate-bate se deu em um passeio. O lazer da família acabou se tornando um pesadelo, mas agora está tudo bem. Joice deixa um alerta para as outras mães: “Fiquem atentas, pois achamos que vamos ter descontração e acontece uma coisa dessas”.  A defesa do parque informou que recorrerá à decisão.

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