A Organização Mundial da Saúde (OMS), declarou nesta última quinta-feira (25) o fim do surto do ebola. Portanto, o diretor-geral da OMS disse a respeito sobre esse surto em Congo, comentando que hoje séria um dia feliz devido ao fim dessa doença. Confirma o site de notícias tecnonoticias.com.br.

Ebola
Imagem: Jornal do Comércio

O diretor geral da OMS, Tedros Adhanom, comemorou ontem o fim do surto do ebola na República Democrática do Congo. Entretanto, o surto dessa doença surgiu à muito tempo atrás, iniciando novamente em 2018. Desde 2018 a luta contra esse vírus veio aumentando cada vez mais, deixando mais de 2 mil mortes e mais de 3 mil casos de contaminação.

Também há relatos que em 2013 a 2016 um grande surto de ebola matou mais de 11 mil pessoas. O sarampo em 2019, matou mais de 6 mil pessoas e mais de 300 mil infectados.

Na quinta-feira (25) foi declarado que o surto de ebola chegou ao fim desde que a última alta hospitalar foi declarada. Completando assim, 42 dias sem nenhum caso confirmado. Mas, infelizmente o país ainda vem sofrendo a crise da pandemia do novo coronavírus, registrando mais de 6 mil casos e mais de 100 mortes.

Ebola é considera uma doença das mais mortais, com a capacidade de matar mais de 80% das pessoas contaminadas. Conforme estudos, o vírus não pode ser contraído apenas de pessoa por pessoa como também por animais.

Ebola: sintomas

Os principais sintomas desse vírus é febre, tosse, diarreia, dor abdominal, vômito, fraqueza, manifestações hemorrágicas, malária, HIV, sarampo, tuberculose e entre outras doenças.

A transmissão do ebola vem com o contato de sangue com a pessoa contaminada, secreções ou outros fluidos corporais com a área ou a pessoa contaminada. Além disso, pessoas já falecidas por causa do vírus ainda podem transmitir a doença.

A cura para esse vírus ainda não foi descoberta, as principais medidas para a prevenção da doença são as mesmas prevenções que o novo covid-19, lavar sempre as mãos com frequência e não ter contatos com pessoas infectadas. O vírus tem uma dificuldade de ser diagnosticado devido o sintomas que é bem frequente na África. Embora, para as pessoas que apresentarem os sintomas devem se isolar rapidamente e notificar os profissionais da saúde.

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