O pagamento de novas parcelas do auxílio emergencial foi anunciado pelo Presidente da República, Jair Bolsonaro (sem partido), no dia 21 de agosto. Isso já era esperado em razão da continuidade da pandemia do Covid-19 e dos danos decorrentes dela.

Porém como será o pagamento dessas parcelas e qual o valor delas? Continue lendo para conferir essas importantes informações.

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Novas parcelas do auxílio emergencial
O auxílio emergencial será pago além das 05 parcelas anunciadas previamente. Confira o que se sabe sobre as novas parcelas. (Imagem: Senado Federal)

Novas parcelas do auxílio emergencial: Quais as datas e valores?

Atualmente, o valor pago aos beneficiários do auxílio emergencial é de R$ 600 mensais. Ele seria pago por apenas 03 meses, contudo, houve prorrogação para 05 parcelas.

Por outro lado, em razão da continuidade da pandemia de Covid-19, Jair Bolsonaro afirmou no dia 21 de agosto, em uma cerimônia oficial em Ipanguaçu (RN), que haverá prorrogação do pagamento do benefício até dezembro.

Isso significaria, portanto, que o benefício alcançaria 09 parcelas no total. Contudo, ainda não houve manifestação do Governo Federal sobre qual será o novo valor ou quando será o pagamento das novas parcelas do auxílio emergencial.

Entretanto há rumores que as parcelas não deverão ser mantidas no patamar de R$ 600 mensais. Paulo Guedes, aliás, é um ferrenho defensor da limitação do auxílio, uma vez que atualmente ele demanda o gasto público de R$ 50 milhões mensalmente.

Quem tem direito ao auxílio emergencial?

As novas parcelas do auxílio emergencial serão pagas aos cidadãos que preencherem os seguintes requisitos:

  • Ter idade igual ou superior a 18 anos;
  • Ser microempreendedor, trabalhador informal ou contribuinte individual do INSS;
  • Não possuir anotação de emprego ativa na carteira de trabalho, com exceção aos trabalhadores intermitentes;
  • Compor família com renda mensal por pessoa de até meio salário mínimo (R$ 522,50) ou renda familiar mensal total de até três salários mínimos (R$ 3.135); e
  • Não ter tido rendimentos tributáveis, em 2018, acima de R$ 28.559,70.
  • Ainda, ter cumprido o requisito de renda média até 20 de março de 2020.

Portanto, quem preenche esses requisitos deve aguardar a formalização da prorrogação do benefício com pagamento de novas parcelas do auxílio emergencial.

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